Retrovisor: Dirt

Alguém ainda lê isso aqui? Acho que sim. Nem vou me desculpar pela ausência, ok? Melhor escrever algumas coisinhas que não caberiam no Continue nem no Hardgamer mas que se encaixam perfeitamente por esses lados. Eu comecei faz poucos meses nessa atual geração de consoles e a verdade é que boa parte do que jogo atualmente não são os últimos lançamentos. Ok, jogo muita coisa nova também, mas profissionalmente. Aqueles games aos quais me dedico apaixonadamente são poucos e muitas vezes, são “antigos”, lançados um ou dois anos atrás e nem por isso ruins.

E é sobre eles que vou falar nessa nova área do ZenGamer, o Retrovisor. Dada a referência automobílistica, nada mais justo do que começar com o jogo que está na bandeja do videogame nos últimos dias: Dirt. Produzido pela britânica Codemasters e sequência da série de games de rally do falecido Collin Mcrae, Dirt dá um show de excelência técnica em muito joguinho que veio depois dele – e ainda não o alcançou.

Eu me interessei por ele desde a primeira vez que vi o joguinho rodando. Por sinal, foi o primeiro game que vi num 360 e pensei “nossa, que menu sensacional!”, opinião compartilhada com outros colegas como o sapiente Fábio Bracht. Aquele menu tridimensional tipo “Minority Report” me fez acreditar que o futuro era a nova geração de consoles. Foi o que me fisgou. Mas levei um bom tempo para ter acesso ao jogo em si. E na ocasião eu estava jogando Grand Theft Auto IV. Acabei não lhe dando a devida atenção, até que em uma visita recente, meu cunhado foi jogar alguma coisa e pegou ele. O rapaz é viciado em jogos de direção e sempre que possível, durante sua estadia lá em casa, estava correndo em mais uma prova. E eu ali do lado, olhando, pegando umas dicas, trocando idéias… meu cunhado foi embora e eu continuo jogando Dirt. Apaixonadamente, como dá primeira vez que vi seus futuristas menus tridimensionais.

Talvez sejam os gráficos realistas, a iluminação e os reflexos de folhagens nos vidros. Ou os cacos dos vidros, espalhando-se no ar quando eu inevitavelmente arremeto o carro naquela árvore na qual eu sabia que ia bater. Talvez seja a adrenalina das provas ou a emoção de vencer os campeonatos. A física que exige “braço” – ou seria dedo? Ou aquele placar no fim de cada prova ande você descobre que seu sensacional tempo é apenas o 82.657 do mundo, e que o número 1 deu a mesma volta em 1 miraculoso minuto a menos. Ou vai ver é só a poeira que dá nome ao jogo e gruda na traseira durante as corridas, o fato é que Dirt é viciante e desafiador.Não é massante e te dá uma sensação de satisfação e progresso durante a árdua carreira até o topo do mundo dos rallys.

Um jogo excelente, principalmente para os fãs do gênero de corrida com altas doses de simulação.

2 respostas para Retrovisor: Dirt

  1. Pedro Ivo disse:

    Eu já vi vários elogios desse Dirt. O que me falta agora é uma oportunidade de jogá-lo!

  2. Bruna Torres disse:

    bora atualizaaaaar

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