Mais uma semana passou, um bom feriado se aproxima e vocês estão se perguntando: o que esse Pablo está fazendo ai, em pleno sabado a noite, que não está na balada ou jogando videogame?
E eu respondo, não vou sair hoje, só amanhã. Hoje eu vou jogar meu Battle for Middle-Earth II Deluxe que chegou quinta-feira e nem tive tempo de apreciar. E segunda-feira é feriado então pra que se preocupar? Hora de tirar o atraso gamístico!
Mas antes, sabiam que o ZenGamer triplicou sua audiência nessa segunda semana de existência?
Ao invés de insistir na carreira de game designer, Ed Boon deveria se tornar escritor. O cara vêm preparando seu primeiro livro a anos. Aprenda com ele como se mata um bom jogo em 10 lições, clicando aí embaixo!
Dificil falar de jogos de filmes que prestam e não falar de Star Wars.
A série de George Lucas é uma grande exceção entre os jogos baseados em sucessos do cinema. Salvo raras exceções, os jogos que levam o selo Star Wars vão de muito bons a excelentes.
A grande sacada é que Star Wars não se limita aos filmes. Existe todo um “universo expandido” oficial, que abrange milhares de anos na cronologia da série. Esse universo é explorado nos romances, desenhos animados, quadrinhos e claro, nos videogames.
Não que sejam games perfeitos.. e alguns dos que são diretamente relacionados aos capitulos cinematográficos são bem fraquinhos – principalmente os ultimos. Deve ser para acompanhar os filmes, afinal os três ultimos não são tudo isso mesmo.
Por isso, escolhi falar de um jogo que abrange o periodo da trilogia clássica mas que saiu para todas as plataformas atuais e ainda é fácil de se encontrar.
Pegue seu sabre de luz, ligue os motores da sua X-Wing e que a Força esteja com você depois que clicar aí embaixo! Leia o resto deste post »
Um dos maiores e mais bacanas blogs de videogame da Internet brasileira, sob o comando do garoto Fábio Bracht, a equipe do Continue trás diariamente para seus leitores o que rola de melhor no mundo do entretenimento eletrônico. O site também tem colunas muito legais – eu particularmente adoro a da Suzana Bueno, onde ela dá dicas de como montar um PC bacanão sem provocar um desfalque muito sério na sua conta bancária… e a do Claudio Prandoni, Pixels Mortos, com jogos que você nunca viu.. e nem vai ver… e muito mais.
Se você, leitor do ZenGamer, ainda não conhecia o Continue, chegou a hora de conhecer. Porque, caro leitor, agora eu também estou por lá, mantendo vocês informados com tudo o que acontece com a família Playstation!
Vão lá que é bom e vocês vão gostar. Ah! E o ZenGamer “continua” também! ‘Té mais!
Dando um pause na série de jogos de filmes que prestam (os jogos.. e os filmes), o ZenGamer trás hoje um pouco sobre Taikodon, o projeto massivo em desenvolvimento no Brasil, pela catarinense Hoptlon.
Um projeto ambicioso, ainda mais por estar no segmento de games MMO, mas que merece a sua atenção, não só por ser nacional, mas pela qualidade e profissionalismo de sua produção.
Continuando a série de bons jogos de filme, o ZenGamer trás para vocês The Warriors.
Na versão brasileira, o filme chama-se “Selvagens da Noite” e é um filme de 1979. Inspirado no livro de mesmo nome, “The Warriors”, o filme apresenta a violenta subcultura das gangues de rua na Nova York da época.
O jogo, lançado para PS2, Xbox e PSP é uma produção da sempre polêmica Rockstar Games e é uma das melhores, senão a melhor, adaptação de um filme para os videogames. O jogo mostra os acontecimentos que rolaram antes do filme e vai até o climáx durante a história apresentada nos cinemas.
Toda regra tem sua exceção. Desde ET no Atari 2600 até Beowulf e The Golden Compass nos consoles atuais, os jogos baseados em filmes são notoriamente conhecidos por sua qualidade duvidosa e acabamento de quinta categoria.
Todos sabemos que jogos “de filme” são produzidos às pressas, para chegar as prateleiras junto com a estréia do filme nos cinemas. Não são planejados como obras-primas do entretenimento eletrônico e sim como mais um produto de merchandising do filme, junto com as lancheiras, os bonecos, camisetas e bóias de piscina. Um jogo do Homem-Aranha não precisa ser bom para vender, precisa estar nas lojas quando as crianças sairem do cinema.
Essa é a regra. Nessa semana, o ZenGamer vai mostrar algumas exceções. Talvez você tenha jogado, talvez não. Pegue a pipoca, escolha um bom lugar, porque já vamos começar…
E chegamos ao final da primeira semana aqui no ZenGamer.
Para mim, foi uma surpresa. Em 05 dias no ar, o ZenGamer já passa dos 130 acessos. Imagino que seja pouco para blogs mais populares e nem se compara ainda com o Kotaku… mas um dia chegaremos lá.
Nessa primeira semana, os posts mais vistos foram:
Pecado é não ouvir - matéria sobre a banda de metal hardcore Venial, que você pode conferir logo abaixo;
O tópico mais comentado foi justamente “Proibido por que?”, compreensivel afinal essas coisas indignam a população gamer e repercutiu mundialmente, manchando um pouco mais a imagem do Brasil lá fora.
Falando em repercussão mundial, em “Proibido por que?” tivemos também um comentário de um leitor que mora no Japão e que apontou o fato de que a hipocrisia com os videogames não é coisa que rola apenas no Ocidente, mas que é comum também por lá.
Outro comentário de destaque foi o da minha namorada, em “Pecado é não ouvir”, que como sempre, consegue me deixar sem graça…
Essa semana também trouxe surpresas para mim em outros blogs: fui o ganhador da promoção Devil May Cry 4 do blog Hadouken. Confira o resultado e as respostas hilárias e criativas dos muitos participantes da promoção aqui.
Uma semana se passou e o lance é que o bicho do blog me mordeu. Conferir estatísticas, vêr o gráfico subindo e as pessoas passando pelo blog é.. uau. Uau. Muito legal. Tão legal quanto planejar, pesquisar, preparar o material e produzir conteúdo para vocês, leitores do ZenGamer.
Obrigado a todos pelo prestígio, continuem visitando e comentando aqui no ZenGamer e aguardem por muitas novidades que estamos planejando!
Venial: Pecado leve que não faz perder a graça divina. Eram pecados cometidos pelos ricos e burgueses nos séculos passados na Europa, que não os levariam ao inferno, por serem considerados “pecados veniais” [pecados leves] em uma época de forte Inquisição.
De leve, a Venial só tem o nome. A pegada é uma mistura de trash e death metal com o verdadeiro hardcore enfurecido. Um caldeirão fervente de rocknroll.
Banda formada em Cuiabá, Mato Grosso, no final de 2004 por ex-integrantes de bandas como Extremunção, S.A.M / Chawk Shayra (Campo Grande – MS), Insane, Dross e Redraft . A formação inicial, Fábio, Fabrício Roder e Dandy se desfez logo após o retorno de Dandy (Guitarra), deixando a responsabilidade das 6 cordas para Ankh, guitarrista veterano do underground cuiabano, que entrou na banda demonstrando muita competência e dando novos rumos a Venial. Fabio Hordi assumiu o contra baixo. Em 2007, novas mudanças: Barbosa (Voz/HC) e Fábio Hordi (baixo) deixam o grupo.
Ainda em 2007, Cavalo San (Baixo) e Felippo (Guitarra) entram para a Venial acrescentando ainda mais peso e agressividade ao som da banda. Até porque, uma banda com um baixista chamado Cavalo não pode ser ruim!
Confira mais no MySpace e no site da banda. Um detalhe interessante é que alguns dos integrantes tem formação em Comunicação e experiência com cinema, fato que se traduz no apuro estético e na qualidade na produção dos vídeos da Venial.
E se você curtir o som, vá vê-los ao vivo na primeira oportunidade. Eu já vi várias vezes e recomendo sempre. Seja em modestos e escuros bares de rock ou junto com bandas consagradas como Anomalia (Bolivia), Ratos do Porão ou Sepultura, Venial é certeza de um bom metal hardcore no palco.