
Não sei se estou em condições de recomendar alguma coisa, mas se querem uma dica, leiam DMZ.
A história se passa na Zona Desmilitarizada (DesMilitarized Zone, daí o título) que já foi a ilha de Manhattan. É a fronteira entre os EUA e os Estados Livres, criados após uma guerra civil que assolou a América na primeira década dos anos 2000. Contada pela ótica do jornalista novato Matthew Roth, repórter da rede de televisão Liberty News e única pessoa “de fora” a registrar a vida na zona de guerra, as diversas facções que lutam ou tentam sobreviver na cidade arruinada. DMZ é uma trama envolvente, com ação e intrigas na medida certa pra te prender a cada página.

Acima de tudo, o enredo prende a atenção pelo realismo. As idéias apresentadas ali são tão possíveis que se tornam perturbadoras. O ritmo ágil e bem constrúido da trama me faz pensar que daria um bom seriado, desses moderninhos como LOST e Heroes. Mais ainda, o pensamento inevitável: DMZ bem que renderia um videogame. Desses de mundo aberto, estilo GTA. A comparação não é a toa. Seu roteirista, Brian Wood, foi durante muito tempo designer de jogos na casa de Niko Belic, a Rockstar Games. Trabalhou em títulos da série Grand Theft Auto, Max Payne e Manhunt, entre outros. E a influência dos jogos é perceptível em DMZ, de uma forma positiva. Se interessou? Você pode acompanhar as histórias de DMZ publicadas no Brasil nas páginas da revista Pixel Magazine.
25 Julho, 2008 às 11:59 am
li Y: the last man e em dois dias as 50 ed do walking dead, tava mesmo no animo de mais coisa apocaliptico/sobrevivencia =D
Tentarei achar para ler